Conheça a ferramenta Storytelling Canvas e desenhe a sua narrativa com um passo a passo
Sabemos que a comunicação é um diferencial competitivo crucial para pequenos, médios e grandes negócios. Uma marca precisa saber se comunicar bem! Nesse cenário, o storytelling surge como uma ferramenta poderosa pela sua capacidade de conectar emocionalmente ❤ as pessoas, marcas, produtos e serviços e da forma mais natural possível e inerente ao ser humano: contando histórias.
Em sua essência, a arte de contar histórias é a forma estratégica para atingir um certo objetivo, criando narrativas envolventes que cativam e ressoam na sua audiência. Mas não basta contar qualquer história, sem ordem ou significado. É preciso pensar na mensagem.
E como criar histórias para o seu negócio? Existem ferramentas e métodos que podemos usar para facilitar todo o processo.
Porém, antes mesmo de criar uma história, é preciso levar em consideração as principais vertentes do Storytelling. Por ser um prática antiga da humanidade, há diversas direções que embasam essa técnica de comunicação.
- Narrativa Tradicional – É a forma mais clássica de contar histórias, com começo, meio e fim bem definidos. Geralmente apresenta um herói que enfrenta desafios para alcançar um objetivo. Exemplo: contos de fadas como “Cinderela” e “Branca de Neve”.
- Narrativa Não-linear – A história não segue uma ordem cronológica tradicional. Utiliza flashbacks e outras técnicas para contar a história. Exemplo: filmes como “Pulp Fiction” e “Amnésia”.
- Narrativa Interativa – O público pode influenciar o desenvolvimento da história. Muito comum em videogames, livros e programas interativos. Exemplo: games interativos, livros-jogos, microdramas.
- Narrativa Transmídia – A história se desenrola em diferentes plataformas de mídia (TV, cinema, internet, etc.). Cada plataforma contribui com uma parte da história. Exemplo: Universo Marvel, com filmes, séries e quadrinhos interligados.
- Narrativa Documental – Conta histórias reais ou baseadas em fatos reais. Pode usar entrevistas, imagens de arquivo e outros recursos. Exemplo: documentários.
É um universo e tanto a ser explorado!
E você pode estar aí pensando: “E como eu começo? Como organizo as ideias para criar narrativas eficientes para o meu negócio e ter resultado?”.
Ao invés de uma comunicação corporativa apresentar apenas fatos e números, as histórias permitem que as empresas e pessoas comuniquem seus diferenciais em diversos formatos, de forma mais humana e memorável. Como uma conversa que flui, sabe?
A arte de contar histórias transformou-se em uma habilidade indispensável para qualquer pessoa que queira se conectar, se relacionar ou vender algo a alguém, e a autenticidade estará diretamente relacionada à clareza sobre qual história deve ser contada.
Não existe uma fórmula mágica, mas sim ferramentas para auxiliar no desenho de uma narrativa.
Apresento a você o Storytelling Canvas (Tela de Narrativa), desenvolvido pela Design A Better Business Toolbox, empresa especializada em criar ferramentas para projetar o seu negócio. O que você vai precisar é de papel, caneta, tempo e concentração para entrar na história.
Mas antes, lembre-se: não há respostas certas ou erradas ao completar o Storylling Canvas. É apenas uma ferramenta de brainstorming e você sempre pode começar de novo, ok?
Vamos começar: a primeira etapa é definir o propósito da narrativa respondendo as três perguntas abaixo, nesta ordem:
1 – Assunto: Qual é o título e o assunto da sua história?
2 – Meta: Qual é a meta que você deseja alcançar com essa história
3 – Público: Quem é o seu público e o que interessa a eles?
Depois de ter mapeado os três pontos acima, é hora de desenhar as seguintes questões:
4 – Antes: O que o seu público sente, pensa, sabe, deseja antes de ouvir a sua narrativa?
5 – Defina o cenário: Crie um contexto, escolha as informações essenciais para conectar o público ao começo da história. Ajude-os a entrar no clima das coisas.
6 – Mostre seu ponto de vista: É o momento “A-ha” do seu público. Qual é a mensagem principal que você deseja transmitir para mudar a opinião deles?
7 – Conclusão: O fim da história e o início da ação da sua audiência. O que você quer que ela faça? Qual é o CTA (Call to Action)?
8 – Depois: O que seu público sente, pensa, sabe, deseja depois de ouvira história? Seja específico e faça testes!
Usar essa estrutura facilita o planejamento, a comunicação e o alinhamento de objetivos, tornando as histórias mais impactantes e envolventes para o público-alvo. A CLAREZA na mensagem começa na construção da sua narrativa!
Saiba mais e faça o download dessa incrível ferramenta clicando aqui!
Até semana que vem 😉
Eu sou Sabrina Scarpare, jornalista, mentora de storytelling e IA para marcas, além de escritora desta newsletter Storytelling & IA para Marcas. Toda semana, envio na sua caixa de e-mails artigos e informações atuais sobre os temas comunicação, storytelling, IA e marcas.

